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segunda-feira, 23 de abril de 2018

João 20 Comentário Pr Heber Toth Armí

 JOÃO 20 
Comentário Pr Heber Toth Armí

A medicina descobriu “o valor do sangue. O sangue é o único elemento que pode combater interiormente uma infecção. Um milímetro cúbico de sangue contém 5 bilhões de glóbulos vermelhos, cinco mil glóbulos brancos e 300 plaquetas. Esses glóbulos levam nutrição às células do corpo. Diz-se que, enquanto o sangue circula nas células, o indivíduo está vivo e, quando o sangue para de circular, o indivíduo está morto. Embora a ciência tenha descoberto tudo isso nas últimas décadas, Deus revelou nas Escrituras, há mais de 3.500 anos, a vida da carne está no sangue [...]. Um cordeiro é que derrama o próprio sangue; esse cordeiro é Cristo e, porque Ele derramou o próprio sangue, não é preciso que mais ninguém morra [eternamente], basta apenas aceitar o sacrifício de Jesus” (Alejandro Bullón).

Jesus morreu para dar-nos vida! Não há vida eterna à parte do sacrifício vicário de Cristo. Sua vitória sobre a morte é concedida a nós gratuitamente. Sua ressurreição é a certeza de nossa absolvição da condenação por nossos pecados.

Destacando neste capítulo que João apresenta a “ressurreição e aparições de Jesus, e a comissão de Seus discípulos”, Andreas J. Köstemberguer fragmenta os seguintes tópicos:

1. A tumba vazia de Jesus (vs. 1-10);
2. Jesus aparece a Maria Madalena (vs. 11-18);
3. Jesus aparece a Seus discípulos (vs. 19-23);
4. Jesus aparece a Tomé (vs. 24-29).

Na última parte (vs. 30-31), Köstemberguer sintetiza a conclusão de João: “Os sinais do Messias presenciados pela nova comunidade messiânica”.

Além do que foi visto até aqui, existem mais alguns pontos que devem nos levar à reflexão:

• A morte não segurou Jesus por muito tempo na tumba porque Ele é mais forte do que a morte; consequentemente, a morte não deve mais amedrontar o crente.
• Jesus não subiu ao Céu para permanecer com o Pai enquanto não Se mostrou ressuscitado em carne e osso aos Seus seguidores.
• Banir a incredulidade é um dos objetivos primários do evangelista João, quem estuda com atenção e oração seus escritos sobre Cristo desenvolverá convicção nEle.
• O objetivo final de apresentar o Jesus real é para que os mortais tenham esperança na vida plena ao crerem no Salvador.

Leia, reflita, medite e assimile a mensagem deste capítulo! 

Ore, creia e testemunhe! – Heber Toth Armí #rpsp #rbhw #ebiblico

domingo, 22 de abril de 2018

João 19 Comentário Pr Heber Toth Armí

JOÃO 19 
Comentário Pr Heber Toth Armí

Que as profundas e terríveis experiências de Cristo num extraordinário gesto de sacrifício penetrem profundamente nossa mente a tal ponto de inundar nosso coração com o amor divino até alcançar a transformação substancial de nossa existência.

1. Estude este capítulo com oração e atenção. Perceba como Pilatos intentou apaziguar à turbulenta multidão que intentava matar o inocente Jesus utilizando estratégias crudelíssimas. Observe que Jesus foi terrivelmente açoitado, torturado. Tente imaginar Jesus sofrendo a humilhação da zombaria da jocosa coroação com coroa toda de espinhos, um manto de púrpura real, e bofetadas; visando satisfazer a sede por sangue dos opositores...

• Contudo, os sedentos de sangue não se satisfizeram. Queriam mais! Tomados de ódio e fúria, líderes religiosos e guardas exigiram crucificação ao visivelmente inocente que alegava e demonstrava ser o Filho de Deus. Pilatos não sabia mais o quê fazer, senão atender à súplica por vingança (vs. 1-11).

2. Preste atenção nos argumentos dos judeus intentando convencer Pilatos a levar à crudelíssima morte de cruz ao meigo e amoroso Jesus. Imagine a cena: Era dia 14 de Nisã, de preparação da celebração nacional da Páscoa. Pilatos volta-se contra os judeus e os ridiculariza com seus argumentos: “Eis o vosso rei”. Por que ter medo de alguém arruinado e passivo como este pobre coitado?

• Depois disto, os judeus se submeteram a um rei pagão, César, para não se submeterem a Jesus. Pilatos estava inclinado a soltar Jesus, entretanto, apenas cede, dando consentimento ao veredicto judaico que se lhe oferecia. Apesar disse, Jesus cumpre a Palavra de Deus, torna-Se a realidade da profecia, é crucificado, despido e morto diante de Sua mãe (vs. 12-29).

3. Reflita profundamente em cada detalhe apresentado por João. Medite demoradamente no lado aberto de Jesus depois de morto e, em Seu enterro... (vs. 30-42).

• “A morte de Jesus certamente foi singular, e muitos supõem que foi causada por uma ruptura no coração, i.e., coração partido. O sofrimento e a pressão de Sua humanidade imaculada ao tornar-se oferta pelo pecado foi demais para seu corpo físico, que não suportou, provocando o rompimento do coração – o sangue acumulou-se no pericárdio, dividindo-se em massa aquosa e em espécie de coágulo sanguíneo” (Merril F. Unger).

Como ficar indiferente diante de cenas assim?

“Senhor, impressiona-nos!” – Heber Toth Armí #rpsp #rbhw #ebiblico

sábado, 21 de abril de 2018

JOÃO 18 Comentário Pr Heber Toth Armí


JOÃO 18 
Comentário Pr Heber Toth Armí

Os evangelistas ampliam nossa visão da pessoa e obra de Jesus. Cada ângulo em que observar mais apreciaremos a Jesus, por isso existem os quatro evangelhos.

Os evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas se assemelham entre si, desta forma são chamados Sinóticos. D. A. Carson, comentando sobre isso, declara o seguinte:

As diferenças mais frequentes levantadas por João e os Sinóticos são três:

1. Os romanos têm um papel mais central em João que nos Sinóticos: eles inclusive aparecem na cena da prisão (18:3), e Pilatos toma muito espaço.
2. Não só não há registro em João da agonia de Jesus no Getsêmani, mas também, em geral, há muito esforço em mostrar que Jesus está no controle. Não há menção do beijo traiçoeiro de Judas: Jesus vai em direção a Sua prisão (18:1, 4) e controla o curso dos eventos. Ele interroga Seus captores e demonstra de tal forma Sua glória que eles caem para trás no chão (18:3-8).
3. Há diversas passagens em João que não têm nenhum paralelo nos Sinóticos:
a) O ato de levar Jesus a Anás (18:12-14);
b) Sua resposta ao sumo sacerdote e o oficial que lhe bateu (18:19-24);
c) Os diálogos entre Jesus e Pilatos (18:28-37; 19:9-11);
d) Os diálogos entre Pilatos e os judeus (18:28-32; 19:4-7, 13-16);
e) A declaração de que Jesus levou Sua própria cruz (19:17);
f) Um excurso sobre o significado da inscrição na cruz (19:20-22);
g) A criação do elo entre Sua mãe e o discípulo amado (19:26-27);
h) O grito na cruz (19:30).

Merril F. Unger observa que “Jesus disse a Pilatos que Seu reino (Sl 45.3,6; Is 9.6,7; Zc 9.9) não era deste mundo, i.e., deste sistema mundial satânico baseado em princípios de orgulho, luxúria e guerra, [vs. 36]. Se Seu reino fosse assim, então Seus servos lutariam. Jesus enfatizava a verdadeira natureza do Seu reino, em gritante contraste com Roma e outros governos do mundo”.

Pergunto, ao deparar-se com o sistema de governo de Cristo como você reage?

• Como Anás?
• Como Pilatos?
• Como Pedro?
• Como o povo judeu?
• Como discípulo medroso?


  • Devemos trilhar o caminho da total submissão a Cristo para que pertençamos ao Reino de Deus. Envolver-se com tal reino transforma nossa conduta radicalmente desde agora! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí #ebiblico #rbhw #rpsp

sexta-feira, 20 de abril de 2018

João 17 Comentário Pr Heber Toth Armí


JOÃO 17 
Comentário Pr Heber Toth Armí

Orar é tão importante que Jesus, mesmo sendo divino, orou ao Pai. Se Ele, que era perfeito, precisava de oração enquanto esteve neste mundo, quanto mais nós!

Jesus era um Deus de oração para que, ao olharmos para Seu exemplo, sejamos homens e mulheres de oração. D. A. Carson sugere o seguinte esboço para o capítulo da oração de Jesus:

1. Jesus ora por Sua glorificação (vs. 1-5);
2. Jesus ora por Seus discípulos:
a) Base de Jesus para esta oração (vs. 6-11a);
b) Jesus ora para que Seus discípulos sejam protegidos (vs. 11b-16);
c) Jesus ora para que Seus discípulos sejam santificados (vs. 17-19).
3. Jesus ora por aqueles que creem (vs. 20-23);
4. Jesus ora para que todos os crentes sejam aperfeiçoados para poder ver a glória de Jesus (vs. 24-26).

Existe uma intimidade entre Jesus e o Pai que por mais profundo que penetremos nessa oração, dificilmente a entenderemos plenamente.

“A oração inteira é uma bela ilustração de intercessão de nosso amado Senhor à mão direita de Deus. Nenhuma palavra contra Seu povo; nenhuma referência às suas falhas ou deficiências... Não. Ele só fala deles segundo o propósito do Pai, como em associação com Ele, e como os recipientes da plenitude que Ele trouxe do céu para conferir a eles... Todas as petições em particular a favor do Seu povo se referem às coisas espirituais: Todas têm referência às bênçãos celestiais. O Senhor não pede riquezas para eles, nem honras, nem influência mundial, ou grandes propriedades, mas ora mui sinceramente que sejam guardados do mal, separados do mundo, qualificados para as obrigações e elevados em segurança ao lar celestial. Prosperidade da alma é a melhor prosperidade; é o índice da verdadeira prosperidade” (Marcos Rainsford).

Ao meditar nesta oração especial de Jesus realizada antes da Sua morte na cruz, você precisa...

• Entender que antes mesmo de interceder no Céu por você, Cristo intercedeu na Terra.
• Compreender a abrangência desta oração de Cristo: Ele orou por Si, pelos discípulos e pelos crentes de todos os tempos e lugares.
• Aprender a usufruir intensamente dos benefícios da intercessão de Cristo.
• Permitir que Deus responda em você a oração de Jesus em relação à união e à missão.

“Senhor, desperta-nos, reaviva-nos, restaura-nos, reforma-nos, usa-nos...” – Heber Toth Armí #rpsp #rbhw #ebiblico


quinta-feira, 19 de abril de 2018

João 16 Comentário Pr Heber Toth Armí

 JOÃO 16 
Comentário Pr Heber Toth Armí

 A profundidade dos discursos de Jesus exige nosso tempo e habilidade para entender suas importantes verdades espirituais.

Note bem que, “os capítulos 14, 15, 15 e 17 têm, cada um, um tema central [...]. Mesmo assim, num estudo mais detalhado, fica claro que uma conexão orgânica e lógica percorre todos estes capítulos: a nota predominante do capítulo 14 é de conforto (‘Que o coração de vocês não fique mais perturbado’); do capítulo 15 é de admoestação (‘permaneçam em mim... amem uns aos outros... também testemunhem’); e do capítulo 16, de profecia (‘Eles os expulsarão das sinagogas’), enquanto o capítulo 17 contém a Oração Sacerdotal, famosa por sua simplicidade e ternura” (William Hendriksen).

O capítulo oferece-nos os seguintes pontos:

• Enquanto os discípulos pregassem com paixão da verdade do amor divino, ódio brotaria do coração de muitos a tal ponto de promoverem uma perseguição, iludidos com suas crenças equivocadas (vs. 1-4);
• Jesus enviaria o Consolador para os capacitar, encorajar, ensinar e torná-lO real mesmo após a Sua partida (vs. 4-15);
• Jesus promete transformar tristezas em alegrias aos crentes que O amam e esperam encontrá-lO pessoalmente (vs. 16-22);
• A oração feita em nome de Jesus é o meio para conectar-se ao Pai diante das adversidades provocadas pelas pessoas perversas. Orações respondidas geram alegria sem medida (vs. 23-28);
• Jesus, mesmo sendo divino, enfrentaria a morte a fim de promover a paz no coração dos discípulos em meio ao grande conflito entre o bem e o mal existente no mundo (vs. 29-33).

Existe uma sequência do capítulo 15 para o 16, e uma ampliação dos temas proclamados por Jesus. “Enquanto no capítulo 15 os discípulos foram informados sobre o que eles deviam fazer, no capítulo 16 Jesus prediz o que o Deus Triúno iria fazer pelos discípulos em vista desse espírito de ódio e perseguição. Algo desse teor já fora dito em 15.26. Agora se expande o tema. O Espírito Santo condenará o mundo, e guiará a Igreja a toda a verdade. O Filho dará alegria ao coração dos discípulos (por meio de Sua gloriosa ressurreição e pelo envio do Espírito). O Pai continuará a amá-los. Portanto, a vitória é certa” (Hendriksen).

Temos inúmeras razões para reavivamo-nos espiritualmente! Por que permanecer apáticos?

Aprofundemo-nos nas Palavras de Cristo! – Heber Toth Armí #ebiblico #rbhw #rpsp


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