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segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Mateus 25 Comentário Pr Heber Toth Armí

MATEUS 25
Comentário Pr Heber Toth Armí

 A negligência nos estudos impede de conseguir resultados elevados. A negligência de pequenos gestos de amor no casamento pode resultar em grandes desgraças, como o divórcio. A negligência no trabalho pode levar ao desemprego. 

• Pior que tudo isso, é a negligência espiritual. A qual resulta na perdição total da salvação. Quase alcançar a vida eterna, significa totalmente perdido, ou seja, receberá a morte eterna. 

Para ilustrar essa verdade tão séria, Jesus... 

1. ...contou a parábola das dez virgens (vs. 1-13);
2. ...na sequência, apresentou a parábola dos talentos (vs. 14-30);
3. ...concluiu seus ensinamentos falando do grande julgamento (vs. 31-46).

Tais ensinamentos estão vinculados aos ensinos sobre os sinais do fim do mundo do capítulo anterior. Jesus revela-Se mais preocupação com a preparação dos Seus servos para Sua vinda do que revelar quando será o fim do mundo. 

• Parece que agimos de forma contrária à preocupação de Jesus; negligenciamos a preparação e revelamos avidez pelas informações escatológicas.

O capítulo em pauta não fala de crentes e ateus, de espirituais e seculares, sinceros e hipócritas. Os indicados representam crentes ativos na igreja visível de Cristo. Sobre a parábola das virgens, Ellen G. White declarou: “A classe representada pelas virgens loucas não é hipócrita. Tem consideração pela verdade, advogaram-na, são atraídos aos que creem na verdade, mas não se entregaram à operação do Espírito Santo”.

A diferença entre salvos e perdidos não está no sono, ou nas atividades realizadas (vs. 31-46), mas na motivação para viver o cristianismo sob a regência do Espírito Santo. Os talentos dados como dons do Espírito Santo visam nossa preparação; negligenciá-los, significa preparar-se para a perdição (vs. 14-30).

Alberto Timm observa que “boas intenções são essenciais, mas nem sempre bastam”. Por isso, “deveríamos refletir mais na cena de julgamento de Mateus 25:31 a 46”.

O final do discurso de Cristo neste último sermão registrado por Mateus “não é uma parábola, mas uma descrição em linguagem apocalíptica com um símile no v. 32”, e revela “o tipo de critério que será usado no juízo divino, e tem a intenção de ser uma advertência para nós” (H. L. Ellison).

A procrastinação é inimiga da preparação para a salvação. A negligência espiritual impedirá muitos crentes de entrar no Céu. Portanto, reavivemo-nos imediatamente! – Heber Toth Armí #rbhw #ebiblico #rpsp

domingo, 18 de fevereiro de 2018

Mateus 24 - Comentários Pr Heber Toth Armí

MATEUS 24 - 
Comentários Pr Heber Toth Armí

A curiosidade não é característica unicamente feminina. Intrigados com o final do sermão de Jesus em Mateus 23 homens maduros inquiriram-nO na abertura do capítulo 24. Contudo, a curiosidade foi ainda mais atiçada quando Jesus declarou que o Templo seria destruído. Veja as perguntas:

1. Quando acontecerão estas coisas?
2. Que sinal haverá de tua vinda?
3. Quais os sinais do fim dos tempos?

Estas três curiosas indagações dos discípulos, respondidas por Jesus no restante do capítulo, não formam nenhum método de interpretação profética do livro de Apocalipse. Jesus responde às perguntas dos discípulos, nada mais; portanto, cuidado para não complicar e/ou deturpar as palavras do Mestre.
Mateus 24 e 25 formam um só sermão. Nestes dois capítulos o Pregador dos pregadores ressaltou a característica que separa, não somente à igreja do mundo, como também o preparo do despreparado cristão religioso. Veja quantas vezes enfatizou-se o cuidado com o engano:

1. A primeira premissa do sermão diz: “Cuidado com os falsos profetas [pregadores] do fim dos tempos. Muitos líderes, com identidade falsa [...] vão enganar muita gente” (vs. 4-5, AM);

2. Argumentando ainda (vs. 11-12), Jesus afirmou contundentemente: “Para aumentar a confusão, falsos pregadores irão enganar muita gente”. Falta de amor caracteriza o falso cristão.

3. Fortalecendo o que já dissera (vs. 24-25), Jesus não deixou dúvidas: “Falsos Messias e pregadores mentirosos surgirão aos montes. Suas credenciais e seus espetáculos impressionantes, se possível, iludiriam até os escolhidos de Deus. Fiquem atentos, pois eu vos avisei com antecedência”.

O foco é a segunda vinda de Cristo em glória (vs. 29-35) e o verdadeiro preparo dos verdadeiros cristãos (vs. 36-51). Desde antes da queda de Jerusalém até o dia da segunda vinda, é imprescindível preparar-se (vs. 1-51). Sinais celestiais, terrestres, sociais e religiosos visam alertar-nos: Não descambem para a falsidade.

“Fiquem firmes, [...] é isso o que Deus quer” (v. 13).

Contudo, muitos serão enganados (enfatizado por Jesus nos versos 5, 11 e 24). Por isso, a necessidade de uma massificação da pregação do verdadeiro evangelho (v. 14).

Atenção! Jesus também não quer ninguém especulando a data de Seu retorno (v. 36). A ênfase é na urgência da preparação!

“Então, vigiem. Vocês não têm como saber quando seu Senhor irá se Manifestar” (v. 44) – Heber Toth Armí #ebiblico #rpsp #rbhw

sábado, 17 de fevereiro de 2018

MATEUS 23 Comentário Pr Heber Toth Armí

MATEUS 23
Comentário Pr Heber Toth Armí


Jesus não deseja a perdição nem mesmo daqueles que desejam Sua destruição.

Antes de analisar o capítulo em questão, reflita nestas questões:

• Qual o problema das pessoas em relação a Jesus?
• Os mesmos problemas do passado atrapalham um compromisso real com Jesus nos dias atuais?

Os ais divinos servem de advertência de um juízo, contudo, neles está interesse do Céu de resgatar os perdidos. No capítulo em análise, existem sete ais, com prefácio e posfácio, concluindo com uma revelação contundente:

1. Prefácio (vs. 1-12)
2. Primeiro Ai (vs. 13-14)
3. Segundo Ai (vs. 15)
4. Terceiro Ai (vs. 16-22)
5. Quarto Ai (vs. 23-24)
6. Quinto Ai (vs. 25-26)
7. Sexto Ai (vs. 27-28)
8. Sétimo Ai (vs. 29-31)
9. Posfácio (vs. 32-36)
10. Lamento de Jesus (vs. 37-39)

A religião instituída por Deus no Antigo Testamento tornou-se um sistema de leis, que em vez de ligar o pecador a Cristo, tornava um obstáculo; por isso, quando o enviado de Deus viveu entre os Judeus, eles O rejeitaram.

Como muitos aderiram ao sistema religioso dos fariseus e escribas, Jesus promoveu uma reforma. Pois, líderes espirituais, como Moisés, “deviam conduzir o povo no caminho da luz, ensinando os Dez Mandamentos, o Pentateuco e os Profetas ao povo, mas tudo o que pregavam era o legalismo abrangente da lei oral. Com isso, transformaram a religião num fardo insuportável, que não trazia alívio nem salvação (23:4)” (Joe Kapolyo).

As colocações de Jesus nesse texto nos fazer pensar, seria bom se cada um de nós lêssemos atentamente o que ele diz sobre a religião apenas de aparência, a motivação por trás dos atos e rituais religiosos, o desejo da supremacia, a ambição pela grandeza, a prática descarada da hipocrisia como algo bom, etc.

É profundo esse texto. Por exemplo, reflita:

• De que vale ser tão minucioso na devolução do dízimo sem a justiça, a misericórdia e a fé? (v.23). Mas também, de que vale a justiça, a misericórdia e a fé sem a fidelidade dos dízimos?

• De que vale ser atraente e belo por fora se a pessoa tem um coração impuro, ganancioso, odioso e egoísta?

Salvação é relacionamento com Deus que resulta em transformação radical. Sem a qual, é ilusão, e Jesus condena! – Heber Toth Armí #rpsp #rbhw #ebiblico

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Mateus 22 Comentário Pr Heber Toth Armí

MATEUS 22 
Comentário Pr Heber Toth Armí

Curiosidade! Quanto mais Jesus Se aproximava de Jerusalém para o auge de Sua missão no mundo em prol da humanidade, mais os líderes espirituais O rejeitavam. 

Jesus intentava alcançar aos opositores, críticos e arrogantes; por isso, contou uma parábola visando despertá-los à realidade que eles ignoravam veementemente. A parábola trata do rei e Seu filho, do primeiro grupo de convidados que dão desculpas indesculpáveis e ainda maltratam os servos do rei, e, o grupo que recebe o convite inesperadamente (vs. 1-14).

Os convidados cometem um crime hediondo ao ofender o Rei recusando Seu convite especial, por causa de coisas banais. A liderança política e religiosa do povo de Deus não reconheceu o Filho do Rei diante deles, então a consequência foi terrível (v. 7). Contudo, Deus não desistiu da festa por causa da rejeição e indisposição deles; hoje todos nós somos convidados.

Quem aceita, porém ignora a indumentária celestial será também julgado indigno da festa, tanto quanto os que recusam abertamente ao convite da graça. “A salvação de Deus em Cristo é oferecida gratuitamente, mas, quando se entra no reino de Deus, é preciso exibir um comportamento adequado [...]. Os que assumem a graça de Deus sem verdadeiramente honrar seu Filho serão lançados nas trevas; ali haverá choro e ranger de dentes (22:13; 13:42; 24:51; 25:30)” (Joe Kapolyo).

Irritados pela parábola, os inimigos de Cristo reagiram imediatamente, elaboraram perguntas que são poderosas armadilhas visando destruir a Cristo, porém, foram surpreendidos com cada resposta do Mestre dos mestres:

1. Em assuntos...

• ...polêmicos relacionados à economia, política e questões eclesiásticas, Jesus foi fantástico (leia os versículos 15-22).
• ...civis/matrimoniais, ligados à doutrina da ressurreição, a pergunta polêmica foi respondida por Jesus surpreendentemente (veja nos versículos 23-33).
• ...teológicos/filosóficos complexos, a naturalidade e simplicidade de Jesus indicaram falhas no pensamento arrogante dos questionadores (analise os versículos 34-40).

2. Na arte de argumentar, Jesus também era extraordinário, o melhor da história mundial. “De fato, Jesus é maior que Salomão (12:42), Jonas (12:41), o templo (12:6) e Davi” (Kapolyo); (verifique os versículos 41-46).

O problema dos que rejeitam a Jesus é confiar em seus conceitos mesquinhos, por desconhecerem à Palavra de Deus com profundidade. 

O poder de Deus reside no conhecimento e confiança de Sua Palavra! Reavivemo-nos pela Palavra! – Heber Toth Armí #rpsp #rbhw #ebiblico

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Mateus 21 Comentário Pr Heber Toth Armí

MATEUS 21 
Comentário Pr Heber Toth Armí

Quanto mais Jesus fala e faz, pior fica para Ele. Quanto mais bem Ele revela em Seus atos, mais o mal se manifesta contra Ele. Quanto mais amor Cristo demonstra, mais ódio é suscitado no coração de Seus opositores. 

A coisa piora cada vez que o Filho de Deus Se aproxima da cidade de Jerusalém, a metrópoles da religião que o próprio Cristo havia instituído. Observe com oração atentamente cada frase dos versículos do capítulo em pauta, depois leia refletindo neste comentário.

Baseando-me em Francis D. Nichol, ofereço este esboço de Mateus 21:

1. Cristo... 
a) ...entra em Jerusalém montado num jumentinho (vs. 1-11);
b) ...expulsa os que vendem e compram no templo (vs. 12-17);
c) ...amaldiçoa a figueira (vs. 18-22).

2. Depois, Ele...
a) ...silencia os sacerdotes e anciãos (vs. 23-27);
b) ...os repreende: 
• ...pela semelhança com os dois filhos (vs. 28-32);
• ...com os lavradores maus que matam os servos enviados pelo dono da casa (vs. 33-45).

Após Jesus entrar num jumentinho de um “modo que lembrava os guerreiros e reis do Antigo Testamento e do período interstestamentário, vitoriosos em batalha” diante da “turba alvoroçada” que “apenas cinco dias depois” estaria gritando, “pedindo que ele fosse crucificado” entrou “no recinto do templo” e “fez coisas totalmente inesperadas. Virou as mesas dos que trocavam dinheiro para os estrangeiros, expulsou os animais destinados aos sacrifícios e” condenou “os líderes de ter corrompido um lugar de oração, transformando-o em um enorme mercado” (Craig L. Blomberg).

• Precisamos disso hoje?

“A entrada triunfal de Jesus em Jerusalém prefigura Sua segunda vinda, a purificação da Terra e o juízo final”. Uma aplicação mais pessoal, “espiritualmente, significa a entrada de Cristo no coração humano”, a qual, “traz vitórias espirituais, purificação espiritual e responsabilidade pessoal” (Andy Nash).

Jesus precisa entrar de triunfalmente em nossa vida, expulsar de nosso coração todo tipo de práticas que atrapalham a adoração e a frutificação, para que não sejamos estéreis espiritualmente como os judeus ou como a figueira. 

É imprescindível que sejamos ativos e proativos no serviço cristão; se houve negligência, devemos nos arrepender e agir como o filho que trabalhou na vinha; contudo, não devemos ser trabalhadores maus, indiferentes aos enviados de Deus, arrogantes e apáticos ao juízo divino.

“Senhor, purifica minha vida!” – Heber Toth Armí #rpsp #rbhw #ebiblico
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